Será que estamos a ficar muito exigentes?

Escrito por

Gonçalo "Melgacius" Carvalho

Data de publicação

11 Dezembro 2020 12:00

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Tal como a Senhora no anúncio da Ferrero Rocher a mim apetecia algo bom, mas não sabia bem o que era. 

Ao contrário do Ambrósio a Xbox não satisfez o meu desejo de requinte, contudo eu acho que esta impressão não é justificada, apenas se juntaram algumas expectativas altas que acabaram por não se concretizar.

De forma isolada apenas a confirmação que o The Initiative estava a produzir o novo Perfect Dark é uma excelente notícia para todos os fãs, contudo esse era um segredo muito mal escondido. Quem acompanha o meio já tinha perfeita noção disso, por isso perdeu-se aquela sensação de mindblow! Felizmente parece eliminar os rumores dum jogo episódico, mas parece tão no início do desenvolvimento que deixa a ideia que não há mesmo nada de grande para mostrar.

Para além disso há o anúncio que o Microsoft Flight Simulator chega às consolas no verão, o Masterchief chega ao Fortnite e o já tradicional "esperem por eles no Game Pass".

Também no The Game Awards 2020 de realçar que o Microsoft Flight Simulator e o Tell Me Why ganharam as respectivas categorias e deixo aqui publicamente que acho um roubo de igreja que o Ori and the Will of the Wisps não tenha ganho nada. As coisas são o que são.

Acho que estamos a começar a esperar mundos e fundos da Xbox. Esperamos tudo, um novo estúdio, um novo jogo, um novo projecto, um novo exclusivo, um novo periférico e ainda o Cyberpunk no Game Pass. Temo que mesmo isso não chegasse. Será que continuaria desapontado se tudo isso acontecesse? Se calhar... isto é parvo, não é?